Setor de Energia Renovável Gera mais de 10 Milhões de Empregos no Mundo

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A energia renovável, gerada por recursos naturais, empregou 10,3 milhões de pessoas no mundo em 2017, um aumento de 5,3% em relação a 2016. Entram na conta fontes como energia solar fotovoltaica, hidroelétrica, energia solar por aquecimento, bioenergia e energia eólica. O levantamento foi elaborado pela Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA).

Os empregos são nas áreas de planejamento, produção e instalação dos equipamentos, podendo ser ocupados por profissionais formados, entre outros cursos, em gestão ambiental. É possível também atuar na parte de controle de eficiência das novas fontes energéticas, como em uma rede hoteleira ou em um condomínio, por exemplo.

O Brasil está entre os maiores empregadores do setor de energia renovável, junto com Estados Unidos, Índia, Alemanha, China e Japão. Analisando a distribuição de vagas em 2017, a maior parte está focada na energia solar fotovoltaica.

Diversos fatores influenciam no crescimento da geração de energia renovável. Políticas governamentais, questões geográficas (como a incidência solar, o relevo e a hidrografia) e estratégias de grandes empresas determinam como um país lidará com fontes energéticas alternativas.

No Brasil, em 2017, havia 893 mil vagas para profissionais envolvidos com produção, geração e distribuição de energia renovável, tirando as grandes hidroelétricas. Segundo o relatório da IRENA, foram 795 mil oportunidades nos biocombustíveis líquidos, 42 mil em aquecimento solar, 34 mil em energia eólica, 12 mil em pequenas hidroelétricas e 10 mil em energia solar fotovoltaica.

De acordo com Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a energia solar começou a crescer no Brasil em 2012, mas ainda pode ser mais explorada. “Antes, ela era usada em comunidades remotas, com bateria. Depois, passou a ser conectada à rede e a ficar muito mais barata e competitiva”, explica. “Dá para ser gerada a partir da instalação dos painéis solares em telhados, fachadas de edifícios, cobertura de estacionamentos”, completa.

Sauaia diz que o Brasil precisa focar em ampliar o uso da energia solar fotovoltaica. “Temos um potencial gigantesco, mas menos de 1% da nossa matriz elétrica é solar. Estamos atrasados e precisamos nos recuperar”, diz.

Fonte: G1

Brasil deve ampliar capacidade de Energia Solar em 115% em 2018

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A capacidade instalada em energia solar no Brasil em 2018 fica perto de 2,5 giga watts, um salto de cerca de 115% ante a marca de 1,15 giga watts no final de 2017. Apesar de um enorme potencial representa apenas 0,8% na capacidade do país, dominada por hidrelétricas e com crescente participação de térmicas e eólicas, deve vir tanto da construção de grandes parques fotovoltaicos quanto de instalações menores, em telhados de residências e empresas. Esses sistemas de pequena proporção, conhecidos como geração distribuída, devem crescer em ritmo um pouco mais acelerado que a capacidade das grandes usinas em 2018.

Os principais fatores que têm acelerado o crescimento das pequenas instalações de energia solar em residências, comércios e indústrias são o aumento das tarifas de energia nos últimos anos e a grande queda nos preços dos equipamentos de geração, a maior parte importada da China. O preço de um sistema de até 5 quilowatts-pico caiu quase 30% entre 2013 e 2017.

Um plano de longo prazo da EPE para o setor de energia apontará para uma perspectiva de que as usinas solares de grande porte alcancem quase 5% do parque gerador do país em 2027. O aumento poderia ser ainda maior, dado o potencial, mas será limitado devido o desempenho da economia brasileira, que tem puxado para baixo expectativas de demanda por eletricidade.

Outro fator que impacta o ritmo de expansão da fonte é a necessidade de complementação, uma vez que a geração solar se concentra durante o dia e varia com o clima. Isso deve exigir cerca de 13 giga watts até 2017 em alternativas para ajudar no controle da operação do sistema elétrico, como térmicas de partida rápida, hidrelétricas reversíveis, que podem guardar energia, e até mesmo baterias para armazenamento.

Fonte: G1

Consumidores Apostam na Energia Solar para Economizar

energia solar residencialJá pensou em reduzir sua conta de energia elétrica em no mínimo, 80%. Muitas pessoas tem alcançado esse sonho através da energia solar. Com crescimento previsto de quase 100% para 2019, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a alteração da matriz energética tem se tornado um bom investimento para proprietários de imóveis e donos de comércios e indústrias.

O construtor Marcone Severino Silva, disse que ao construir sua casa não pensou na despesa com a conta de energia elétrica. Nos primeiros meses, obteve gastos de até R$ 800, no verão, a conta foi para R$ 1.200. A partir disso optou pela instalação de um sistema de energia solar e já está notando a diferença, a conta de energia elétrica hoje é de R$ 180.

É possível compartilhar

Desde 2012, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estabeleceu a possibilidade de consumidores aderirem o sistema de créditos de energia solar. O usuário que possui um Sistema de Energia Solar pode acumular toda a produção que não é utilizada durante o mês pela sua residência ou pelo imóvel comercial. Esse estoque poderá ser utilizado pelo usuário em outro local de consumo, desde que o outro ponto esteja na mesma área de atuação da concessionaria e possua titularidade de uma mesma Pessoa Jurídica, incluindo matriz e filial, ou Pessoa Física.

É possível jogar os créditos energéticos de um dos imóveis que você possui para outro que não tem a área disponível para a instalação. Se você tiver uma casa no campo e quiser compartilhar a energia que é produzida lá para outro imóvel, é algo viável de ser feito. Para calcular o excedente, o proprietário precisa instalar um relógio especial para registrar consumo.

Sindicato tem programa para nova gestão

Com o crescimento da procura pela energia solar, o Sindicato da Indústria de Instalações Elétricas, Gás, Hidráulicas e Sanitárias do Rio de janeiro (Sindistal) tem disponibilizado a consumidores residenciais, empresas e indústrias a adesão ao Programa de Gestão em Eficiência Energética (PGEE). O PGEE não só reduz e otimiza o consumo de energia, mas também promove para a sociedade a consciência da necessidade do uso racional dela. Atuando na busca de alternativas energéticas, mais sustentáveis e economicamente mais viáveis.

Desde o 1º semestre de 2018, o PGEE passou a catalogar as empresas responsáveis por serviços de troca da matriz enérgica. Hoje, por meio da representação de empresas, é possível solicitar a análise da instalação de placas geradoras de energia solar e uma avaliação sobre os custos que envolvem a alteração.

Segundo o Sindistal, foi disponibilizada uma Central de Serviços com cerca de 130 empresas cadastradas, certificadas e tecnicamente aptas a prestarem serviços referentes ao PGEE. Do total, são 26 empresas de sistemas fotovoltaicos, 45 de sistema de energia elétrica e 68 de sistema a gás. Cada projeto desenvolvido dentro do PGEE visa contribuir para o aumento da produtividade e competitividade das empresas de nosso estado, mas também tem foco na redução do impacto ambiental promovido.

Fonte: EXTRA

 

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